VIVÊNCIAS DE ESTUDANTES DA DISCIPLINA TECNOLOGIAS EDUCACIO-NAIS EM SAÚDE DE MESTRADO PROFISSIONAL DA UNIVERSIDADE PÚ-BLICA ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL- UEMS
Alex Basílio da
Silva. Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul- UEMS. E-mail: alex.basilio@unigran.br;
Jair Brito da Costa.
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul- UEMS. E-mail: jair.costa@ifms.edu.br;
Rogério Dias
Renovato. Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul-
UEMS. E-mail: rrenovato@gmail.com;
Janaina Monteiro
Candeloro Gonçalves. Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul- UEMS.
E-mail: janamcg@hotmail.com.
Mestrado profissional de ensino em saúde
Segundo a Coordenação de
Aperfeiçoamento de Ensino Superior
(CAPES, 2019), o Mestrado Profissional (MP)
é uma modalidade de Pós-Graduação stricto
sensu voltada para a capacitação de profissionais, nas diversas áreas do
conhecimento, mediante o estudo de técnicas, processos, ou temáticas que
atendam a alguma demanda na
área de atuação do profissional (CAPES, 2019).
Seu
objetivo, ainda conforme a CAPES (2019), é contribuir com o setor produtivo
nacional no sentido de agregar um nível maior de competitividade e produtividade a empresas e organizações, sejam elas públicas
ou privadas. Consequentemente, as propostas de cursos novos na modalidade
Mestrado Profissional devem apresentar uma estrutura curricular que enfatize a
articulação entre conhecimento atualizado, domínio da metodologia pertinente e
aplicação orientada para o campo de atuação profissional específico.
O Programa de Pós Graduação Mestrado
Profissional Ensino em Saúde (PPGES) da Universidade Estadual de Mato Grosso do
Sul (UEMS) tem o intuito de fortalecer o trabalho interdisciplinar no âmbito do
Ensino, da Educação e da Saúde e divulgar as pesquisas em andamento e
direcionar os futuros projetos.
Segundo
o projeto pedagógico do PPGES, sua história está vinculada ao Curso de
Enfermagem da UEMS, que teve início em 08/08/1994, e foi reconhecido em agosto
de 1997, tendo como compromisso a formação de profissionais para o Sistema
Único de Saúde (SUS) (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL, 2019).
O PGGES possui duas linhas de pesquisas:
Formação em Saúde e Práticas Educativas em Saúde. A primeira visa estudar,
pesquisar e problematizar situações relacionadas com a formação em saúde,
inicial, permanente e técnica, seja em suas dimensões curriculares, avaliativas
e/ou de ensino-aprendizagem. A linha de pesquisa Práticas educativas em Saúde
abrange a investigação, implementação e avaliação de práticas desenvolvidas
junto a diferentes segmentos de coletividade no campo da Educação em Saúde. (UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL, 2019).
O
PPGES está situado na Unidade Universitária de Dourados, região sul do Mato
Grosso do Sul. O mestrado tem a duração de 24 meses para sua integralização. O
objetivo do PPGES é produzir conhecimento no Ensino em Saúde no campo de
práticas educativas que são desenvolvidas em diferentes contextos da educação
formal e não formal, bem como no âmbito da formação profissional para a área da
saúde, visando à formação de recursos humanos com elevada qualidade técnica
para o trabalho de pesquisa, docência, assistência e intervenção em todos os
níveis de ensino e atenção à saúde (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO
SUL, 2019).
O
perfil do profissional a ser formado compreende: profissional com visão
crítica, ética e reflexiva, capaz de realizar cuidado em saúde no contexto do
SUS, de forma fundamentada e sistematizada, com visão integral do ser humano,
atendendo às peculiaridades regionais; estar apto a produzir conhecimento sobre
ensino em saúde atuando de forma reflexiva e ética, intervindo sobre os problemas
da prática profissional e implementando ações transformadoras nos cenários da (UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL, 2019).
Diante das alterações nas formas de conceber o ensino e produzir
conhecimento ou lidar com a informação de fácil acesso, algumas instituições e
profissionais de ensino passaram a refletir sobre processos educativos e a
forma como são organizadas e planejadas as aulas, os módulos, os cursos e o
ensino no ambiente virtual de aprendizagem (AVA). Afinal, as Tecnologias Digitais
de Informação e Comunicação (TDIC) nos provocam a lidar com um espaço e tempo
pedagógico global.
Neste relato de experiência, estudantes do PPGES apresentam a
disciplina de tecnologias educacionais em saúde e as ferramentas tecnológicas
através dela experienciadas. Destacou-se o fato de que estes instrumentos são
voltados à educação à distância e que na confluência com o pico da pandemia da
COVID 19, não foram apenas úteis como
necessárias devido à passagem das aulas presenciais para o modelo a distância,
sobressaindo a ferramenta Moodle, emergindo nos protocolos necessários para a produção de uma
videoaula e concluindo com práticas pedagógicas e estratégias de gamificação como
o kahoot.
Disciplina de tecnologias
educacionais em saúde – TES
A
disciplina Tecnologias Educacionais em Saúde - TES - é uma disciplina que
integra o novo Projeto Pedagógico do PPGES, reformulado pela Deliberação
CPPG/CEPE-UEMS Nº 268, de 26 de agosto de 2019. Trata-se de uma das disciplinas obrigatórias do programa,
vinculada às duas linhas de pesquisa, constando no quadro das disciplinas
gerais. Possui carga horária de 60h e equivale a 4 créditos de um total de 19,
em disciplinas obrigatórias. Sua ementa está organizada da seguinte forma:
Abordagens conceituais sobre Tecnologias Educacionais; Tecnologias educacionais
em saúde: concepções e aplicações; Tipologias de tecnologias educacionais em
saúde, e; Desenvolvimento de tecnologias educacionais em saúde. (UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL, 2019).
A
disciplina TES é ministrada por três professores do corpo docente permanente do
PPGES, consistindo em uma novidade no programa, e condizente com a proposta do PPGES,
que tem como prerrogativa para sua conclusão, a produção de um produto
educativo em saúde. Este produto deve ser aplicável, e capaz de contribuir com
as diversas possibilidades de ensino em saúde.
Segundo
o Dicionário Crítico de Tecnologias Educacionais em Saúde (SILVA et al. 2019),
o conceito de tecnologia educacional é, no campo da educação, um dos mais
plurais ou híbridos, pois ao ser inserido em ambientes de ensino, assume uma
vasta atuação, que vai desde a sua aplicação no processo de ensino-aprendizagem
até a gestão administrativa. O desenvolvimento de tecnologias educacionais em
saúde vem no sentido de auxiliar no processo de entendimento de conteúdos e
melhorias metodológicas que necessitam de ferramentas específicas para
facilitar a aplicabilidade de protocolos relacionados à educação em saúde (SILVA
et al. 2019).
Os
produtos técnicos educativos em saúde, no âmbito do PPGES, constituem-se em
tecnologias educacionais em saúde, e seu desenvolvimento é condição para a
integralização do mestrado. Segundo o Projeto Político do Programa (2019), as
TES a serem desenvolvidas podem “envolver mídias educacionais; protótipos
educacionais e materiais para atividades experimentais; propostas de ensino;
material textual (livros didáticos ou paradidáticos e outros); materiais
interativos; atividades de extensão (cursos, oficinas e outros) e desenvolvimento
de aplicativos educativos” (Projeto Pedagógico do Programa de
Pós-Graduação Stricto Sensu Ensino em Saúde, Mestrado Profissional, da
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, na Unidade Universitária de
Dourados, 2019). Portanto, as TES incluem não apenas as
ferramentas digitais, e sim, outras possibilidades que venha auxiliar o
processo de ensinagem, na área de ensino em saúde (SILVA et al., 2019).
Para
dar aporte metodológico ao desenvolvimento das tecnologias educacionais,
optou-se na disciplina de TES, pelo percurso teórico e metodológico pautado no
Design Instrucional, apresentado por Andrea Filatro e colaboradores em suas
obras “Design instrucional contextualizado: educação e tecnologia (2010)” e
“Produção de conteúdos educacionais (2015). Segundo a autora, o design
instrucional consiste de uma ação intencional e sistematizada de ensino, na
qual envolve planejamento, desenvolvimento, utilizando-se “de métodos, técnicas
e atividades, materiais, eventos e produtos educacionais em situações didáticas
específicas, a fim de facilitar a aprendizagem humana a partir dos princípios
de aprendizagem e instrução conhecidos (SILVA et al., 2019).
O
objetivo deste trabalho foi refletir acerca das tecnologias educacionais e sua
aplicabilidade no ensino em saúde, assim como no desenvolvimento destes
artefatos, baseados em Design Instrucional, durante o
percurso de realização da disciplina de tecnologias educacionais em saúde, no
PPGES/UEMS, Unidade de Dourados, no primeiro semestre de 2020.
2.
Metodologia
Trata-se
de um relato de experiência, descritivo e reflexivo, elaborado no contexto da
disciplina Tecnologias Educacionais em Saúde do PPGES/UEMS, Unidade de
Dourados, e ministrada no primeiro semestre de 2020.
Este
estudo foi resultado da vivência e percepções de três mestrandos, alunos regulares
do PPGES, e suas experiências e reflexões nesta disciplina durante a pandemia
do Covid-19.
3.
Resultados e Discussão
3.1
Contextualização
No ano de 2020, nove candidatos foram
selecionados para ingressar no Mestrado Profissional-Ensino em Saúde - PPGES. O
calendário previa início das aulas em março, mas logo após as primeiras aulas,
a universidade suspendeu as atividades presenciais devido à pandemia do
Covid-19.
No entanto, toda crise é também uma
oportunidade. Apesar de vivermos em uma sociedade marcada pelos avanços
tecnológicos, onde a comunicação e a informação acontecem de forma rápida e
convencional, o avanço da pandemia levou escolas e universidades a rever suas
metodologias de ensino. Com o fechamento das instituições, da noite para o dia,
professores e estudantes tiveram que encontrar novas formas de lecionar e
aprender, como também colaborar para fortalecer a cultura digital e avançar
rumo a uma nova educação.
Neste
contexto, os mestrandos foram inseridos no universo das aulas não presenciais,
através da plataforma Moodle - Modular
Object-Oriented Dynamic Learning Environment (ambiente modular de
aprendizagem dinâmica orientada a objetos) e outras tecnologias de transmissão
simultânea de imagem e som. O Moodle é uma plataforma de aprendizagem à
distância baseada em software livre. Nesta linha, existem diferentes
nomenclaturas para definição de sistemas voltados à educação, interligados à
internet, como o SGA - Sistemas de Gerenciamento de Aprendizagem ou o AVA. Por
ser um espaço aberto, livre e gratuito, que pode ser carregado, utilizado,
modificado e até distribuído, faz com que seus usuários também sejam seus
“construtores”, pois, enquanto o utilizam, contribuem para sua constante
melhoria (Helena; Guimarães, 2009).
Além
do Moodle, as aulas não presenciais, utilizaram-se de três outras tecnologias:
a Plataforma Zoom (Zoom Vídeo
Communications), o Hangouts (ferramenta do Google) e o serviço de
Videoconferência da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, via Portal CAFe. São todas
ferramentas síncronas, caracterizadas pela interação professor e alunos, com a
transmissão e recepção de som e imagem em tempo real e atividades com data e
hora marcadas para acontecer.
As
aulas iniciais foram marcadas pela aproximação aos conceitos e aplicabilidades
das tecnologias da informação e comunicação no ensino em saúde. As leituras e
discussões transcorreram sob a ótica dos autores de referência e expertise dos professores, com foco
direcionado às nossas propostas de trabalho e às possibilidades de
desenvolvimento de novos produtos educativos.
Após
esta etapa, já com as aulas não presenciais, fomos apresentados e pudemos
experimentar a construção e utilização de três tecnologias aplicadas à
educação: o Hipertexto, a Vídeoaula e o Kahoot. Neste trabalho, daremos ênfase
às últimas duas tecnologias supracitadas.
3.2 Videoaulas
Dentro da disciplina de TES, como proposta de atividades, tem-se a criação de videoaulas. Para tanto, cada mestrando ficou responsável por criar uma videoaula, de três a cinco minutos, sobre um assunto de sua escolha. O desenvolvimento da proposta foi feito em duas etapas, roteirização e a produção de mídia propriamente dita.
O roteiro foi indispensável porque, além de ser utilizado na edição/finalização, é também uma forma de organizar as ideias que serão apresentadas na videoaula. O modelo escolhido foi simples, em planilha do tipo Excel. A roteirização é uma etapa importantíssima, devido ao envolvimento de diferentes áreas. Segundo Filatro e Cairo (2015, p. 230):
“[...] o
objetivo por trás dos conteúdos é claramente educacional; também requer um
olhar comunicacional porque prepara os conteúdos para serem comunicados em uma
ou mais mídias, com suas linguagens específicas.” Existem diversas formas de
apresentar a ideia de forma gráfica, que podem ser dos mais simples ao mais
elaborados chamados de apresentação”.
As etapas seguintes foram gravação e edição. A construção da vídeoaula exigiu um pouco mais de dedicação dos mestrandos, pois foi necessário aprender a manejar equipamentos, programas de montagem e edição de vídeos e outros materiais para auxílio desse processo. Dentre os programas utilizados para edição dos vídeos estão o Movavi, Windows Movie Maker, iMovie. A escolha do editor foi feita de acordo a necessidade em termos de edição e também a familiaridade de cada mestrando com esse tipo de programa.
O vídeo é uma mídia poderosa para atrair e manter a atenção dos alunos. Uma videoaula atraente é uma ferramenta eficaz para conhecimento de novos conteúdos. Através desta técnica é possível iniciar os estudos com mais praticidade. A gravação e disponibilização de vídeos se tornou uma atividade corriqueira nos dias atuais. O desenvolvimento da tecnologia e a facilidade de acesso a equipamentos que permitem a gravação de vídeos contribuíram para o aumento da sua produção.
A experiência vivenciada foi construtiva. Através desta atividade foi possível desenvolver habilidades na utilização de recursos tecnológicos, que são fundamentais na dinamização do processo de ensino. A utilização do recurso audiovisual é uma estratégia facilitadora do processo de ensino-aprendizagem. Em virtude da pandemia, a videoaula foi uma ferramenta necessária para dar continuidade às atividades do mestrado.
3.3 Kahoot
O
Kahoot é um aplicativo/plataforma disponível na Internet, que garante a
produção de exercícios educativos e gamificados dinamizando os exercícios de
múltipla escolha, de ordenamento, de perguntas abertas e questionários durante
as aulas. Ele é acessível em qualquer dispositivo com ligação à Internet. Desta
forma, o professor pode promover atividades no laboratório de informática ou
mesmo em sala de aula (COSTA; OLIVEIRA, 2015).
Através
do Kahoot, o docente poderá escolher que tipo de atividade que pretende
desenvolver, sendo: Quiz: criação de perguntas de múltipla escolha, com
temporizador; Jumble: perguntas de ordenamento, onde os alunos devem acertar a ordem
correta em cada uma das perguntas; Discussion: para realização de debates e
perguntas abertas; Survey: perguntas com temporizador, sem a atribuição de
pontuação nas respostas e apenas verificação da aprendizagem (DELLOS, 2015).
É considerada
uma ferramenta útil para discussão onde os alunos podem votar questões pautadas
na aula, gerar feedback do grau de
aprendizado dos conteúdos proferidos de forma interativa (GUIMARÃES, 2015).
Sendo assim ele faz parte do mobile
learning, um conceito criado para a aprendizagem que utiliza recursos
móveis, ou seja, equipamentos e dispositivos que permitam ao aprendiz a
locomoção enquanto acessam o conteúdo.
Sendo uma das técnicas de gamificação, que permitem a criação de ambientes
de jogos durante o processo de utilização dos aplicativos, com desafios e
recompensas que motivam o aluno a continuar manuseando o Instrumento (MELLO; NEVES, 2014).
A experimentação desta ferramenta possibilitou
aplicação de atividades de forma não presenciais, estimulando
o aluno a fazer a atividade e, ao
mesmo tempo, o leva a pensar sobre o que está fazendo, sintetiza um os
princípios das metodologias ativas de aprendizagem que é favorecer no aluno as
atividades de ouvir, ver, perguntar, discutir, fazer e ensinar, assim como a utilização do
recurso em salas de aula, físicas, haja vista que o grande atrativo desta
ferramenta se dá ao processo de gamificação, onde o usuário é posto à prova em
atividades de diferentes complexidades, desafios e recompensas, estimulando a
competitividade saudável em um ambiente virtual. Foi possível executar
atividades em equipe, facilitando o aprendizado e fazendo com que a aula
ficasse mais dinâmica, mantendo o interesse, a interatividade e o empenho.
4.
Considerações finais
As Tecnologias Digitais de Informação
e Comunicação (TDICs) surgem como excelente aliadas ao processo de ensino e
aprendizagem. Nelas, tanto alunos quanto professores encontram suporte para o
desenvolvimento das ações educativas e seus desdobramentos. Com a facilidade de
acesso, promovida pela internet, as TDICs, podem, ainda, serem utilizadas na
própria sala de aula. No entanto, ainda observamos, em pleno século XXI, na era
da comunicação, algumas críticas em relação à introdução dessas ferramentas no
contexto educativo. Por outro lado, o crescente número de experiências exitosas
nos prova que, se bem planejados e alinhados aos objetivos educacionais, as
TDICs podem promover uma revolução na aprendizagem e na motivação dos alunos
para os conteúdos acadêmicos.
Com fácil adaptação aos contextos educativos
ou desenvolvidos para tal finalidade, as tecnologias apresentadas neste relato
proporcionam uma excelente oportunidade para que os professores apresentem a
seus alunos um ambiente, ao mesmo tempo, lúdico e desafiador, permitindo o desenvolvimento
de habilidades cognitivas de forma significativa e atraente. Estes recursos
facilitam o acesso e a compreensão de diferentes temáticas na área de ensino em
saúde, bem como permite aos alunos a prática e o estudo em momentos
diferenciados aos das salas de aula. O que
se faz concluir que a disciplina é de grande valia para o programa de mestrado
e diante da epidemia tornou-se além de
atraente, fundamental para a boa continuidade do processo de
ensino-aprendizagem.
Referências
COSTA, G. S.; OLIVEIRA, S. M.
B. C. (2015). Kahoot: a aplicabilidade
de uma ferramenta aberta em sala de língua inglesa, como língua estrangeira,
num contexto inclusivo. 6º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação. Disponível
em http://www.giseldacosta.com/wordpress/wp-content/uploads/2015/04/Kahoot-tecnologia-aberta-1.pdf.
DELLOS, R. (2015). Kahoot! A digital game resource for learning. In International Journal of
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FILATRO, A.; CAIRO, S. Produção
de conteúdos educacionais. São Paulo: Saraiva, 2015.
FUNDAÇÃO CAPES - Ministério da Educação. Mestrado
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FUNDAÇÃO
CAPES [homepage na Internet]. Ministério da Educação [atualizada em 2019 jul 03].
Disponível em: http://www.capes.gov.br/avaliacao/sobre-aavaliacao/mestrado-profissional-o-que-e.
GUIMARÃES,
D. Kahoot: quizzes, debates e sondagens.
In Ana Amélia A. Carvalho (Coord.). Apps para dispositivos móveis: manual para
professores, formadores e bibliotecários. Ministério da Educação,
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OLIVEIRA, C. Tic’S Na Educação: a Utilização Das
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO
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Acesso em 12 de junho de 2020.
Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido! Fomos surpreendidos com a necessidade de sairmos do ensino tradicional presencial para o ensino remoto de uma forma muito rápida. Infelizmente muitos de nós, docentes, não estávamos preparados para essas mudanças de forma tão emergencial. No entanto, certamente, nos últimos meses de pandemia evoluimos muito anos no que refere à educação e a busca por novos recursos didáticos e metodologias ativas de ensino. Muito provavelmente, essas mudanças vieram para ficar no período pós-pandemia! Em relação à experiência relatada, na vossa opinião, dentre as atividades propostas, qual foi a que despertou maior interesse por parte dos alunos? desde já agardeço a atenção dispensada. Leila valverde Ramos.
ResponderExcluirBoa noite Leila, tudo bem? Acredito que essas mudanças nos permitiu (ou nos forçou) a adquirir novos conhecimentos e de testar novos caminhos. Em minha atuação docente, tenho realizado estes "testes" em consonância com as/os estudantes e os resultados, perceptíveis, tem sido positivos (na medida do possível). Em relação às vivências da Disciplina de Tecnologias Educacionais em Saúde, o Kahoot me despertou para as possibilidades da gamificação do processo de ensino, tornando o processo mais atraente para as/os estudantes e mais eficiente do ponto de vista da nova dinâmica educacional. Espero ter respondido sua pergunta. Obrigado pela atenção. Abraços!
ExcluirBoa tarde. Uma das palavras que mais usamos durante esse período no mestrado é a ressignificação. Acredito que nosso normal nunca mais será o mesmo. Durante a disciplina de Tecnologias Educacionais em Saúde, várias tecnologias nos foram apresentadas. A que eu particularmente achei mais interessante foi a videoaula mais pela complexidade de edição, conhecimento de som, etc.
ResponderExcluirGrata pela atenção. Janaina Monteiro Candeloro Gonçalves
Parabéns pelo excelente relato desenvolvido no contexto da disciplina Tecnologias Educacionais em Saúde, que nos faz refletir sobre a oportunidade em que os professores podem apresentar a seus alunos um ambiente que permite de forma desafiadora e lúdica desenvolver habilidades cognitivas de maneira expressiva e atrativa, ao mesmo tempo, facilitar o acesso e a compreensão de diferentes temáticas na área de ensino em saúde
ResponderExcluirMaria Penha Oliveira Belém
E em época de pandemia isso foi fundamental. Grata
ExcluirJanaina Monteiro Candeloro Gonçalves